++ Eficácia comprovada contra vírus e Bactérias

Eficácia comprovada contra vírus e Bactérias

Vírus e bactérias são microrganismos biologicamente muito distintos. Enquanto vírus são considerados “partículas infecciosas”, que dependem de outros seres vivos para multiplicação, as bactérias são seres unicelulares com metabolismo próprio. Contudo, ambos os microrganismos são capazes de causar doenças importantes no ser humano, o que denota sua relevância e demanda atenção. Entender os mecanismos de exposição a estes patógenos é o passo inicial para controlá-los. Conhecer materiais e técnicas para sua inativação é a base da promoção de saúde e pode salvar vidas.

Boas práticas de sanitização são fundamentais para o adequado funcionamento de todos os setores da atividade econômica. De acordo com os riscos ocupacionais a que estão expostos os trabalhadores, medidas mais ou menos rígidas devem ser aplicadas. No setor terciário, por exemplo, estão os serviços a consumidores e também os estabelecimentos de saúde, onde o controle de infecções é crítico.

Órgãos sanitários produzem leis e normas que descrevem procedimentos a serem empregados para tornar os ambientes mais biosseguros. Dentre estes procedimentos, encontram-se os processos de desinfecção e antissepsia que respectivamente representam a inativação de microrganismos em superfícies/artigos inanimados e em tecidos vivos. Estes processos têm objetivo equivalente: reduzir a chance de transmissão de doenças infecciosas. Uma das substâncias reconhecidamente desinfetantes e antissépticas é o peróxido de hidrogênio, que consiste em uma molécula de água (H20) unida à um átomo de oxigênio (O2).

Trata-se de uma substância com reconhecido poder virucida, bactericida e também esporicida. A molécula foi descoberta em 1818 e seu uso como desinfetante data de 1891 (B. W. Richardson). Seu mecanismo de ação baseia-se em vulnerabilizar as estruturas de proteção dos patógenos, o que permite atacar componentes internos que são essenciais ao seu funcionamento.

 
 

EFETIVIDADE:

A capacidade biocida da substância é descrita por vasta literatura científica e importantes órgãos de saúde e meio ambiente. A “United States Environmental Protection Agency (EPA)” é uma agência do governo federal norte americano com relevância mundial. Ela reconhece a efetividade do peróxido de hidrogênio contra diversas bactérias e vírus – inclusive o novo coronavírus (SARS-CoV-2). O peróxido de hidrogênio também é registrado no “U.S. Food and Drug Administration (FDA)” como desinfetante de alto nível ou esterilizante químico – dependendo da concentração – indicado para processamento de materiais médicos ou odontológicos reutilizáveis.

SEGURANÇA:

O peróxido de hidrogênio é um subproduto natural de processos metabólicos, e a maioria dos animais produzem enzimas que degradam peróxidos em subprodutos inofensivos, o que contribui para a segurança da substância. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) caracteriza o peróxido de hidrogênio como “Grupo 3: não classificável quanto a sua carcinogencidade para o ser humano”. Esta categoria é usada para substâncias às quais a evidência de carcinogenicidade é inadequada em humanos e inadequada/limitada em animais de experimentação. Além disso, em concentrações habitualmente disponíveis no mercado, o peróxido de hidrogênio não é considerado asmogênico (Association of Occupational and Environmental Clinics – AOEC) e a União Européia não o considera irritante para a pele, o que favorece seu manuseio enquanto agente desinfetante.

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